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Coronavirus

A atualidade exige de nós seres humanos cada vez mais proatividade para podermos resolver os problemas corriqueiros que nos surgem utilizando a máxima eficiência prezando a condição de sustentabilidade emocional, econômica, ambiental e qualquer outra forma humana de se estar bem e, ao mesmo tempo, participar do todo que o próprio homem conseguiu, com suas proezas, conquistar até então.

Vezes ou outra ocorrem fenômenos que o assustam e o colocam a pensar o futuro e como foram pensadas as decisões anteriores para que se chegasse onde nos encontramos hoje.

O caso mais recente suportado pela raça humana nestes últimos 6 meses é o caso do Coronavirus SARS CoV 2, que provoca a epidemia COVID 2019 ou COVID 19.

Assim, algumas informações  que possam ser de interesse para a prevenção dessa PANDEMIA foram extraídas dos artigos abaixo.

 

Ensaio sobre avanços do Coronavirus pensando e encontrar soluções práticas para combate destes.

 

 

Texto extraído de:

 

Yongshi Yanga,1 , Fujun Pengb,c,1, Runsheng Wangd,1, Kai Guana, Taijiao Jiangb,c,∗∗∗∗,Guogang Xue,∗∗∗, Jinlyu Suna,∗∗, Christopher Changf,g,∗   The deadly coronaviruses: The 2003 SARS pandemic and the 2020 novel coronavirus epidemic in China Journal of Autoimmunity, 22 Feb 2020.

 

O Coronaviru pertencem à família dos Coronaviridae, e à classe Nodovirales. Possui uma forma de coroa com uma aranha em sua superfície. Veja Figura 1.

Figura 1: Imagem Microscópio Eletrônico - SEM do novo SARS CoV 2. (foto de NIAID-RML)

Ele pode infectar amplamente os vertebrados como os macacos, pássaros, morcegos e outros animais, incluindo humanos.

Desde meados dos anos 60, foram conhecidos 7 casos de coronavirus em humanos.

Alguns estudos apontam patogenia respiratória de 15 a 29 % dos casos sendo estas com baixas virulências.

Alguns outros estudos epidemiológicos estimam que o coronavirus causam em trono de 15 % de resfriados comuns.

Existem 3 mutações do CoV que causam danos aos humanos: o Síndrome Aguda Respiratória (SARS CoV),  Middle East Respiratory Sindrome Coronavirus (MERS-CoV) e Sindrome Respiratória Aguda 2 (SARS- CoV 2), com diferentes patogenias e levam à altas taxas de mortalidade na população humana.

O MERS foi isolado à partir de uma paciente feminina que morreu de Pneumonia e insuficiência Renal ma Arábia Saudita em 2012 e foi responsável por  2494 casos e 858 mortes em 27 países.

SARS CoV e SARS CoV 2, foram identificados na China. SARS CoV caosou 8422 prováveis casos de SARS relatando 919 mortes em 32 países. Desde de Dezembro de 2019 a SARS CoV 2 infectou 73 230 pessoas e causou 1871 mortes em 25 países até 17/02/2020.

O coronavirus foi detectado pela primeira vez em 1960 e não se conhecia por quanto tempo ele já existia. Muitas vezes está associado com poucas mortes, mas há poucos anos tem aparecido tipos altamente virulentos.

 

Sua transmissão

 

O SARS CoV é originário dos morcegos da família Hipposideridae, usando “Asian Palm Civets como hospedeiros intermediários antes da disseminação em humanos.

Os primeiros  pacientes infectados em Wuhan, China, com SARS CoV 2, causaram uma epidemia chamada COrona VIrus Disaese 2019 - COVID 2019 ou  COVID 19.

Alguns desses pacientes possuem uma história de contatos como mercado de frutos do mar nos primeiros estágios, sugerindo transmissão de animal-para-pessoa. Subsequentemente, um grande número de pacientes disseram não ter sido expostos ao mercado de frutos do mar, sugerindo a transmissão pessoa-a-pessoa.

São três  os tipos primários de transmissão do vírus, incluindo contatos com pessoa-a-pessoa, transmissão aérea e por toque.

O vírus pode ser transmitido de pessoa-a-pessoa através de gotículas provindas de uma tosse ou espirros. Essas gotículas podem ser projetadas até 1 metro de distância e podem atingir membranas mucosas da boca ou nariz e ainda, os olhos das pessoas.

Outras vias de infecção do vírus são apertos de mão com pessoas infectadas, toques em objetos ou superfícies infectadas com sequentes toques no nariz, boca ou olhos.

O maior problema na infecção por coronavirus é a transmissão invisível que procede à partir de pessoas contaminadas que não apresentam sintomas.

Figura 2: Fotografia do morcego da família Hipposideridae. (Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Hipposideridae, acesso 17/03/2020)

Figura 3: Imagem de um “Asian Palm Civets”. (Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Asian_palm_civet#/media/File:Common_Palm_Civet_(Paradoxurus_hermaphroditus)_(7781509830).jpg, acesso 17/03/2020)

 

Texto extraído de:

 

Miriam E.R. Darnella, Kanta Subbaraob, Stephen M. Feinstonea, Deborah R. Taylora,∗,   Inactivation of the coronavirus that induces severe acute respiratory

syndrome, SARS-CoV , Journal of Virological Methods 121 (2004) 85-91

 

Em meados de 2002 foi observado na província chinesa de GUANG-DONG um primeiro caso de SARS – CoV.

Desde sua identificação vários laboratórios iniciaram pesquisas com esses vírus.

Alguns ensaios com tratamento térmico foram feitos em temperaturas de 56, 65 e 75 ˚C.

A temperatura inativa o vírus degradando a estrutura secundária da proteína o qual poderia alterar a conformação da “proteína virion” envolvendo ligações e replicações com células hospedeiras.

Assim, SARS CoV é totalmente inativo em temperaturas próximas aos 65 ˚C, portanto é uma temperatura com grande potencial de inatividade do vírus.

A exposição ao UV só tem efeito de inatividade na faixa do UVC. O UVA não inibe as atividades do Virus.

Conclui-se que a temperatura é um meio mais eficaz contra o SARS CoV e em uma infestação grande, o tempo de permanência em ambientes com temperatura deve ser aumentado.

 

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